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Suposto membro duma quadrilha de assaltantes morto a tiro

 



A PRM em Manica baleou mortalmente um suposto membro duma quadrilha que se dedicava a assaltos em estabelecimentos comerciais de cidadãos de origem asiática na cidade de Tete, província do mesmo nome, e usavam o distrito de Guro, em Manica, como local de refúgio. S egundo o chefe do Departamento de Relações Públicas no Comando Provincial da PRM, em Manica, Mário Arnança, este organismo tomou conhecimento no passado fim- -de-semana, através do distrito de Guro, a norte de Manica, da fuga por meio de uma motorizada de dois membros de um grupo de assaltantes à mão armada. Os supostos assaltantes desobedeceram os sinais de paragem transmitidos por agentes reguladores de trânsito em três postos policiais, ao longo da Estrada Nacional número 7 (N7), facto que obrigou a Polícia a disparar para o ar, mas os meliantes continuavam a fugir, segundo conta Mário Arnança. A perseguição culminou com a intensificação do tiroteio ao longo da N7, o que resultou no baleamento do condutor da motorizada como forma de imobilizá-lo, mas este não resistiu aos ferimentos, tendo perdido a vida no local. “Um deles está connosco detido e já foi lavrada a peça de expediente e vai ser enviada ao Comando da Cidade de Tete para procedimentos subsequentes”, disse Arnança. A fonte policial afirma que o grupo foi flagrado a tentar protagonizar um assalto num estabelecimento comercial pertencente a cidadãos estrangeiros na cidade de Tete, com recurso a duas armas de fogo, sendo uma do tipo AK47 e outra do tipo pistola, estando a Polícia a trabalhar de modo a recuperar estes instrumentos bélicos. Actualmente encontra-se sob custódia policial, na cidade de Chimoio, um suposto meliante que viajava como passageiro na motorizada, o qual escapou aos tiros da Polícia ao longo da N7. Trata-se de Mouzinho Gerente, de 42 anos de idade, trabalhador de uma empresa de segurança há 14 anos, na cidade de Tete, que nega ter qualquer envolvimento nos crimes de assalto à mão armada, pelo contrário, afirma que nunca disparou nenhuma arma desde que veio ao mundo. “Roubar não é bom, aquilo foi negligência daquele meu amigo, porque se fosse eu parava quando a Polícia pediu para parar. Nós não tínhamos nada, a Polícia nos deixava em paz”, disse. Com feridas em quase todo o corpo devido à queda da motorizada, Mouzinho Gerente afirma que estava apenas a acompanhar o seu amigo à casa de um profeta no distrito de Guro, mas não conhecia os problemas do seu companheiro. Este é o primeiro caso de baleamento mortal de um suposto assaltante à mão armada perpetrado pela Polícia da República de Moçambique registado ao nível da província de Manica, no presente ano.



veja mais aqui no jornal zambeze-944-11.03.2021.pdf

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