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Inquérito sobre Educação básica no contexto da covid-19



Por: Augusto Nhantumbo

Numa reunião virtual, através da plataforma Zoom, às Organizações da sociedade civil moçambicana reuniram-se nesta Segunda-feira para discutir sobre Resultados da Sondagem Online da Opinião Pública sobre o Regresso as Aulas, o evento organizado pelo Fórum dos direitos da criança (ROSC) em coordenação com Fundo do dsenvolvimento da comunidade(FDC) com o objectivo de Providenciar informação aos decisores.

O estudo conclui que Cerca de 70% de pais e encarregados de educação e as respectivas crianças temem o regresso às aulas por ainda não estarem criadas condições de segurança contra a COVID-19, revela uma sondagem do Fórum da Sociedade Civil para os Direitos da Criança (Rosc) .

O medo pela doença mortífera toma conta das famílias. Quase três meses de Estado de Emergência, cerca de 8800 pais e encarregados de educação ouvidos pelo Fórum da Sociedade Civil para os Direitos da Criança disseram não ao regresso imediato às aulas.
Durante a conferência á directora executiva do Rosc Benilde Nyalevilo disse que “Nós temos grandes argumentos para não a retomada das aulas previstas para o próximo mês, tememos que as crianças menores que ainda não sabem se cuidar seja infectadas nas escolas e acreditamos que as próprias escolas não estão em condições para fazer previnir as crianças da covid19".

A sondagem foi feita entre os dias 5 e 12 deste mês através de plataformas digitais para perceber a opinião dos encarregados de educação sobre a matéria no contexto da COVID-19. As crianças também foram ouvidas e suas respostas assemelham-se as dos adultos.

Outro grupo de pais e alunos, que é a menor parte, propõe o rápido regresso à escola por não assimilar as aulas por televisão, rádio ou internet, mais clamam por melhoria da segurança. “ Se o governo acha que os nossos filhos devem voltar às aulas presenciais que voltem desde que olhem a questão da programação da pandemia pois oa que dizem sim, não dizem para todos, mas para as crianças em classes de exames”, disse.
Tendo como base as sondagens, a organização da sociedade civil recomenda: “Se for preciso voltar à escola que se volte, mas é preciso olhar para a questão do direito à saúde, a questão do direito à educação e a questão do direito à proteção”, sugeriu a directora do Rosc.
De acordo com a sondagem, cerca de 10% dos adultos estão indecisos quanto ao regresso imediato às aulas. Para as conclusões, foram ouvidas cerca de 722 crianças.

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