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Razaque Manhique apela aos músicos para que produzam conteúdos educativos sobre a covid-19




Por: Célio Magombe

Músicos da capital moçambicana são desafiados a engajarem-se na produção de conteúdos musicais e disseminação de mensagens educativas, com vista a sensibilizar à população sobre as medidas de prevenção e propagação da pandemia da COVID-19.

Iniciativa esta do primeiro secretário da Frelimo, partido no poder, lançado durante um encontro mantido hoje, com os músicos que tinha por objectivo reforçar as estratégias de mobilização e sensibilização dos cidadãos no âmbito das medidas decretadas pelo Presidente da República, de combate à Covid-19.

”Os músicos têm a particularidade de mover massas. Acreditamos que o seu envolvimento no combate à este mal pode ser uma mais-valia. Por isso, podemos afirmar que os músicos estão na linha da frente no combate à pandemia”, disse Ressaque Manhique.
Para o efeito, apela a intervenção de todos veiculando mensagens de prevenção deste mal, através da rádio, televisão e jornal.

Os músicos presentes no local saudaram esperançativa e comprometeram-se a redobrar esforços para a sua materialização.
“Tenho a percepção que a larga maioria da população está distraída e não acredita na existência deste vírus. É necessário, de facto, que sejamos mais agressivos na disseminação dessa informação, mormente nos bairros onde a informação chega com ruído”, disse Humberto Benfica, mais conhecido por Wazimbo.

Já o veterano da música ligeira moçambicana, António Marcos, carinhosamente, chamado por Maengane, disse a reportagem da que os moçambicanos devem manter a mensagem de esperança e seguir as orientações do governo e das autoridades sanitárias.

”Vamos manter a esperança pois devemos também salvaguardar as mensagens veiculadas pelo governo”, disse Maengane.
Questionado sobre as estratégias que os músicos deveriam adoptar para garantir o curso normal das actividades dos artistas, particularmente nesta fase de estado de emergência, Maengane respondeu ”não tenho resposta. Enquanto a COVID existir a actividade musical estará sempre comprometida”.






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